Cambalhotas na horta
Tenho recebido e-mails aos montes sobre cozinha verde. O assunto não se encerrou, mas hoje vou dar um tempo. Da cozinha. Não do verde.
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Tenho recebido e-mails aos montes sobre cozinha verde. O assunto não se encerrou, mas hoje vou dar um tempo. Da cozinha. Não do verde.
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Outra dia fui almoçar no Centro de Cultura Judaica e, só então, fiquei sabendo que o bufê é comandado pela minha xará, Rita Corsi, que é irmã de uma amiga de longa data, a nutricionista Cecília Corsi.
Leia mais do post "Bobó de frango levíssimo"
Desde que li seu post sobre o bolo de cenoura, tenho meditado sobre os “deliciosos mistérios” do bolo. Lembrei-me do filho de uma amiga.
Leia mais do post "Bolo de nada, marshmallow com tudo"
Será Calie o seu nome? O e-mail não estava assinado, mas o endereço eletrônico era esse. Então é à Calie que vou me dirigir. Eu fiquei emocionada e envaidecida com a sua mensagem.
Leia mais do post "Navegar é preciso"
Silvia e Mila, obrigada pelo carinho, pelos e-mails e pelos bolos. Vou fazer as duas receitas. Claudia, imagino que você possa substituir a farinha refinada por integral no bolo da Silvia.
Leia mais do post "Dois bolos de milho para Claudia"
A receita deste post, o meu bolo de cenoura favorito, não tem nada a ver com essa deliciosa torta de ricota da foto. Mas nem sempre o que se come é o que se vê. Então o causo é o seguinte.
Leia mais do post "Bolo de cenoura integral"
A chef Andrea Kaufmann, do AK Vila, preparou especialmente para o Panelinha esta deliciosa lasanha para a páscoa judaica. Não ficou linda?
Leia mais do post "Lasanha de Pessach"
Macarrão ao alho e óleo, teoricamente, é comida que, se os dois escolherem, dá para beijar depois. Já sanduíche, seja qual for o recheio, na minha opinião, não é comida de namoro.
Leia mais do post "Beijo na boca"
Desde o nascimento dos meus filhos, minhas viagens ficaram mais esparsas. Bem esparsas. Ou talvez antes eu viajasse muito.
Leia mais do post "Marrons, rosbife e a macedônia verde-limão"
Há exatos nove anos, formei uma pequena equipe, quatro ou cinco mulheres e um bando de webmanos, e começamos a fazer o Panelinha.
Leia mais do post "Tortinhas de pêssego"
A garrafa de água com gás estava lado a lado com a de suco de uva. As duas na porta da geladeira, como sempre. O suco é natural, às vezes orgânico.
Leia mais do post "Drink de verão"
Um amigo chegou de viagem e trouxe um livro tão lindo que nem precisava ser tão bom. Antes de falar do livro, um comentário.
Leia mais do post "Figos em Paris"
Estava organizando os meus arquivos e encontrei uma receita que há tempos não fazia, o rocambole suflê de chocolate.
Leia mais do post "Sem enrolação"
Há uns tempos, fui viajar com uma amiga e no vôo (agora é voo, né?) havia um extenso menu de filmes.
Leia mais do post "Botões, lágrimas e caviar"
Rita, também andei questionando essas superstições de ano-novo. De 2007 para 2008 fiz um escândalo porque uma tia insistia em trazer coxas de frango (justo as coxas... que ciscam!)
Leia mais do post "As peras e o acordo ortográfico"
No próximo dia 26, os chineses comemoram o início do ano de 4707. Como nós, eles também vestem roupas novas, fazem resoluções, desejam boa sorte e celebram na véspera com mesa farta para família.
Leia mais do post "Ano-novo chinês"
Rita Lobo saiu de férias. Mas antes me deixou uma saborosa missão.
Leia mais do post "Nituki para Gil"
Livros estão no topo da lista de presentes mais trocados entre os meus familiares. Em qualquer data comemorativa. Por algum motivo estranho, porém, neste Natal, não ganhei nenhum.
Leia mais do post "A mesa em tempos de crise"
Tenho uma grande amiga que, por osmose, está ficando parecida comigo. Ou eu com ela, não sei bem. Sempre perguntam se somos irmãs. Respondo que sim, só que de pai e mãe diferentes.
Leia mais do post "Doce de Natal"
A Franey Nogueira, colaboradora aqui da nossa comunidade, leu o último post sobre o lançamento do meu livro e mandou, da Alemanha, um e-mail fofíssimo de boa sorte.
Leia mais do post "Noite de autógrafos"
Minha filha ficou com dor de garganta e, por isso, fiquei, de dia, trabalhando em casa. À noite, ela pediu para dormir na minha cama.
Leia mais do post "Todo mundo usa"
Você vai ficar com a impressão de que eu quero me exibir. Não é bem isso. Mas se eu não contar a história como ela aconteceu, o fim não faz sentindo.
Leia mais do post "Trigo com romã"
Logo depois que eu nasci, meus pais se mudaram para os EUA. Período curto, apenas para a conclusão dos estudos de meu pai. Eu era um bebê de 2 meses. Meu irmão, Fábio, um garoto de 4 anos.
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Pode ser de fruta raspada, amassada, ou de legumes, mas uma papinha foi o primeiro prato de todos nós.
Leia mais do post "Sobremesa quente"
Eu sei, eu sei, não podia ter desaparecido assim. Mas tudo tem uma explicação.
Leia mais do post "Sorvete indiano"
Era o ano de 1995 quando ganhei da minha mãe Não é Sopa, de Nina Horta. Não por acaso, foi o ano em que o livro foi lançado. Por acaso, foi também o ano em que me formei em gastronomia.
Leia mais do post "Croquete, empadinha e cajuzinho"
Eu vi uma tartaruga prateada determinada a morder os pés dos desavisados que, deslumbrados com tanta beleza, nem imaginavam a força daquele ser unicolor.
Leia mais do post "Sonho de sobremesa"
Acabo de chegar de Paraty. Mas a Flip não será o assunto hoje. Nem os borrachudos, que tanto, tanto me amam. E, mesmo antes de começar o post, quero que fique claro: não tenho nada contra alemães.
Leia mais do post "Sopa Thai"
Desde que o homem descobriu o fogo, comer é um ato coletivo. No início, os nossos parentes distantes se alimentavam de folhas e frutas. Com o surgimento do fogo, nasceu o churrasquinho.
Leia mais do post "One is Fun"